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“Boa tarde.
O funeral do pai do nosso companheiro Fernando Silva decorrerá no dia 17 de dezembro, pelas 15 horas, na Igreja de Loureiro.

2 – 12 – 2025
“Boa tarde.
Lamentamos informar que faleceu o pai do nosso companheiro armista Fernando Silva.
Manifestamos as nossas condolências ao Fernando e à família.
Que Deus o tenha.
No dia 26 de Outubro de 2025 foi inaugurado, com pompa e circunstância, como podem apreciar pelo convite a todos os armistas dirigido através das redes virtuais, no Seminário de S. Martinho de Cucujães, o Monumento ao Missionário.

O Pe. Aníbal dos Anjos João nasceu a 13 de outubro de 1925, em S. Joanico, Vimioso, diocese de Bragança-Miranda. Ao celebrar 100 anos de vida, com 84 anos de Sociedade Missionária e quase 75 de sacerdócio missionário, contagia-nos com a sua jovialidade e bom humor, ao falar da sua vida doada à missão, em Moçambique e no Brasil.
(Newsletter Revista Boa Nova #outubro2025)


Faleceu no dia 29-9-2025 no Hospital de São Sebastião, em Santa Maria da Feira, a Missionária Gracinda, tia do Padre Figueiredo.
O funeral decorreu em Cucujães.
Manifestamos o nosso profundo pesar. Que Deus a tenha.
A Direção da ARM
(Manuel Soares)
Opinião de Hon. Juiz Aggrey do Quénia

Existe um tipo de sabedoria que não é elevada. Ela não procura atenção. Ela não grita para ser vista. Ela simplesmente existe, silenciosa, profunda e eternamente. Esta é a sabedoria da Igreja Católica, um corpo que sobreviveu a impérios, a cismas, suportou escândalos e, ainda assim, permanece de pé, firme e sagrado. A Igreja Católica não é uma tendência. Não é uma onda social. É uma instituição que caminha com o tempo, mas escuta a eternidade. Enquanto o mundo se ocupava de previsões, elaborando listas de cardeais notáveis, analisando alinhamentos políticos e formulando teorias sobre quem seria o próximo Papa, o Colégio dos Cardeais escolheu um caminho diferente. Ignoraram o barulho. Afastaram-se dos holofotes. Entraram no sagrado e regressaram com um nome que o mundo jamais imaginou. Papa Leão XIV. Um nome que não tinha sido sussurrado nos corredores da especulação. Um homem desconhecido nas manchetes. Uma escolha que silenciou todos os analistas e redefiniu a bússola da seleção divina. Isto não é uma coincidência. É uma confirmação da ordem divina. O que o Vaticano fez não foi apenas eleger um novo Papa. Fizeram uma declaração ao mundo. Lembraram à humanidade que Deus não segue tendências. Ele define-os. Que a verdadeira liderança nem sempre se encontra no óbvio. Que por vezes, quem carrega o manto não é aquele que o mundo espera, mas aquele que o céu aprova. Este é o mistério da sucessão divina, envolto em silêncio, revestido de oração e selado em sagrada deliberação. Eu não sou católico. Mas a cada dia que passa, vejo claramente porque é que esta instituição continua a ser venerada. Não é porque os seus membros são perfeitos. Não é porque os seus líderes sejam imunes ao erro. Isto porque, apesar da imperfeição humana nela existente, a Igreja Católica permanece enraizada na ordem sagrada, na governação estruturada e na disciplina espiritual. É uma instituição que domina a continuidade. A sua longevidade não é sustentada pela conveniência, mas pela consagração. Nenhuma igreja é perfeita. Nenhuma instituição humana está isenta de falhas. A Igreja Católica não é exceção. Nela existem homens e mulheres com diferentes graus de santidade, sinceridade e luta. Mas no meio de tudo isto, permanece um núcleo profundamente espiritual, um centro que se mantém, um sistema que funciona, um ritmo que não se quebra. Há aqueles que estão dentro dos seus muros que servem a Deus em espírito e em verdade, silenciosa, humilde e fervorosamente. A devoção deles não é uma performance. A fé deles não é uma moda. É uma vida. O que aconteceu na eleição do Papa Leão XIV não é apenas um acontecimento político ou eclesiástico. É um espelho para o resto do mundo cristão. Expõe, por comparação, o caos que reina em muitos ambientes das igrejas modernas, particularmente no espaço pentecostal. Em algumas destas assembleias, as lutas pelo poder substituíram a oração, e a ambição afogou a unção. A liderança é herdada como propriedade. As eleições são manipuladas como acordos comerciais. O púlpito tornou-se uma plataforma para a performance, não um lugar de transformação. O altar tornou-se um local de exposição, não um santuário. Mesmo entre os chamados irmãos, o amor arrefeceu. A lealdade é transacional. A fraternidade é vazia. É uma tragédia que muitas igrejas pentecostais não conseguem sequer imaginar manter um processo de sucessão tão transparente, espiritual e altruísta. Ajudar um colega ministro é visto como uma ameaça. A ideia de unidade na liderança foi substituída pela competição e pela suspeita. O sagrado está a ser sacrificado no altar do sucesso. Mas hoje, a Igreja Católica recordou-nos algo que nos esquecemos. Que o reino de Deus não é ruído, mas ordem. Não exibição, mas disciplina. Não a popularidade, mas a pureza. Lembrou-nos que, quando Deus tem permissão para falar, Ele geralmente escolhe alguém que ninguém esperava. Ele ressuscitará o homem que está escondido. Ele levantará aquele que esteve no lugar secreto. A eleição do Papa Leão XIV é uma lição para a Igreja e para o mundo. É um apelo ao regresso à estrutura, à sacralidade, à tomada de decisões guiada pelo espírito. É a prova de que uma instituição pode ser antiga, mas não obsoleta. Antigo, mas não irrelevante. Tradicional, mas não estagnado. É a sabedoria em ação. Esta é a sabedoria da Igreja eterna. Este é o mistério da ordem divina. Este é o poder do sagrado. E num mundo afogado em confusão, ela brilha como uma luz que não pode ser escondida. Que todo o ouvido que ouve ouça. Que todo o olho que o vê aprenda. Que todo o coração que o compreenda regresse ao antigo caminho que conduz à vida. Verdadeiramente, Deus não pode ser manipulado como muitas das nossas eleições africanas!! Deus é Deus para sempre!
Hon. Juiz Aggrey.

Neste Ano da Esperança, no Seminário de Cucujães, foram lembrados com muito carinho todos os membros falecidos da SMBN. Homenagem aos Servidores de Bem-Aventuranças.

Estamos a comemorar o centenário da nossa revista “Boa Nova“. Por ela façamos o nosso melhor para que a sua expansão seja cada vez maior.
Está, agora e temporariamente acessível (um ano) a qualquer leitor em versão digital no Website: https://revista.boanova.pt/ . Esta feliz iniciativa teve lugar este mês de Março de 2025. Podes subscrever a sua “Newsletter mensal” logo que entrares no site.
88 anos

Natural de Porto Mendo, Tomar, entrou no Seminário das Missões de Cucujães em 1956. como Irmão. Em 1959 passou para Cernache do Bonjardim, onde trabalhou como despenseiro até à sua partida para as missões em 1966, rumo a Pemba (porto Amélia), Moçambique, tendo vivido com D. José dos Santos Garcia. A sua actividade concentrou-se (dedicou-se sem medida) fundamentalmente na paróquia de Maria Auxiliadora.
Nos seus 54 anos de trabalho nesta missão, passou por grandes dificuldades, tendo vivido tempos muito difíceis, quer durante quer após a época revolucionária.
Regressou a Portugal em 2019, muito doente. Morreu no Lar de Santa Teresinha em 10 de Fevereiro de 2025.
Que seja recebido na Glória do Senhor da Messe, a quem serviu e que interceda também pelos arautos da Boa Nova de Jesus Cristo.
A Direção
Da mensagem do Papa Francisco para o 58.º Dia Mundial da Paz

“Na aurora deste novo ano que nos é dado pelo nosso Pai celeste, um tempo jubilar dedicado à esperança, dirijo os meus mais sinceros votos de paz a cada mulher e a cada homem, especialmente àqueles que se sentem prostrados pela sua condição existencial, condenados pelos seus próprios erros, esmagados pelo julgamento dos outros e já não vêem qualquer perspectiva para a sua própria vida. A todos vós, esperança e paz, porque este é um Ano de Graça, que vem do Coração do Redentor!…