ENCONTRO ANUAL DA ARM
MAIO DE 2020
Como era expectável o nosso Encontro Anual, que habitualmente se realiza no terceiro Domingo do mês de Maio, teve de ser adiado por causa da "pandemia" que nos tem afectado e continua a afectar a todos. Assim a Direcção da ARM achou por bem não o realizar este ano para segurança de todos os que participassem.
Uma vez que haveria lugar a eleições para novos Corpos Sociais, a actual Direcção assumirá todos os serviços por mais um ano. Disso nos dá conta o comunicado do Presidente da Assembleia Geral, Amadeu Gomes Araújo, abaixo publicado.

P. José Alves de Sá Fernandes

Faleceu hoje, dia 30 de abril, no Lar de idosos de Sta T.M. Jesus, em Cucujães, onde estava há já alguns anos, o Padre JOSÉ ALVES DE SÁ FERNANDES. Muitos o conheceram pois era um missionário que esteve bastantes anos na Animação Missionária. Entusiasta, muito ordenado, era um grande amigo dos trabalhadores do seu sector, que sabIa estimular. Éramos uma família no trabalho como na diversão.FALECEU hoje, dia 30 de abril, no Lar de idosos de Sta T.M. Jesus, em Cucujães, onde estava há já alguns anos, o Padre JOSÉ ALVES DE SÁ FERNANDES. Muitos o conheceram pois era um missionário que esteve bastantes anos na Animação Missionária. Entusiasta, muito ordenado, era um grande amigo dos trabalhadores do seu sector, que sabIa estimular. Éramos uma família no trabalho como na diversão.Passou a maior parte da sua vida na diocese de Nampula e na histórica Missão do Mutuáli, com os seus 2 Internatos. Fazia a Missão render para as despesas. Em desavenças com o responsável da Frelimo, foi maltratado na sua dignidade, sento posto fora da Casa da Missão e num quarto isolado, por castigo.Eu estava em Angoche (ex-António Enes) – a uns 400kms, junto do Índico. com a Paróquia da cidade e a Escola Secundária (ex-Colégio São João de Brito) e convidei-o para Professor. A diocese aceitou e a Frelimo autorizou. Nunca me negou nada nos 13 anos que lá passei e as últimas palavras que me disseram no Ministério da Educação, foram: “Por favor: não fique em Portugal, pois precisamos cá de você”. Como ia narrando, passámos alguns anos juntos. O Padre José Alves leccionou a disciplina de Português.: diurno e noturno). Ficou muito admirado com o ambiente de empatia que eu tinha com as pessoas quer fossem autoridades ou não. Gostava imenso de ir animar as comunidades do interior (do mato, dizíamos) e vinha sempre carregado de boas papaias e outras frutas tropicais. Às vezes umas galinhas (mas eu tinha 180 na capoeira que fiz no quintal). Era um bom conversador com todos (de cigarro na mão, claro,…) e um bom ouvinte. Querido por todos.Numa cedência mal orquestrada foi transferido para Nampula, com aceitação mal pensada da diocese, pois poderia ter continuado em Angoche. E teria sido melhor.Fico com a memória de um amigo, de um colega missionário que se dedicou aos mais pobres, na Missão, de um amigo da família (que sempre considerei meus amigos também, quando eram jovens estudantes e que visitava frequentemente. Por fim teve um AVC, fortes problemas de visão e também momentos de Calvário. A vida é mesmo assim: nascer, crescer e morrer.Ao seu irmão o Padre Manuel Alves de Sá Fernandes, mbn, a todos os familiares e amigos um abraço de sentidos pêsames.É certo que Deus cuida de nós… mas só teremos Paz e Felicidade quando o Ressuscitado nos acolher. E já acolheu o Zé. Pelo que trabalhou e sofreu já mereceu o ENCONTRO. Sou um caminhante que te admiro.
a) Armando Soares no Facebook
Rádio Ad Gentes
Sobre esta celebração eucarística, em tempo de pandemia, transmitida diretamente pela Rádio Adgentes, presidida pelo pároco da freguesia da Vila de Cucujães, P. Artur de Matos Bastos, missionário da SMBN, registamos aqui algumas fotografias:





Rádio Ad Gentes
A Rádio Adgentes (radioadgentes.pt) transmite, no dia 19 de abril de 2020, pelas 11 horas, em direto da Igreja Matriz da Vila de Cucujães, a Eucaristia Dominical, que pode também ser acompanhada pelo facebook da paróquia.
Direcção da ARM
António da Silva Costa


Caros amigos, faleceu esta madrugada (14-4-2020) na Bélgica, vítima de uma infecção generalizada, na sequência de linfoma de que padecia, o bom amigo da Sociedade Missionária, António da Silva Costa, professor catedrático jubilado da Universidade do Porto e foi missionário em Nampula nas décadas de 60 e 70.
Natural da freguesia de Remelhe (14-7-1937), Barcelos e entrou em Tomar em 1950. Recordo que era colega de curso do Pe. José Tomás Borges, recentemente falecido.
Tentei falar com ele no domingo de Páscoa, mas já estava internado.
Que descanse na mão de Deus
a) Amadeu Araújo
IN MEMORIAM
FALECEU O PROF. DOUTOR ANTÓNIO DA SILVA
COSTA, ACADÉMICO DISTINTO E DEVOTO
CONFESSO DE D. ANTÓNIO BARROSO
António da Silva Costa, natural da freguesia de Remelhe/Barcelos, onde nasceu em 14 de Julho de 1937, faleceu na Bélgica, onde residia, na madrugada do passado dia 14 de Abril. Era professor catedrático jubilado da Universidade do Porto, onde leccionou ao longo de décadas na área da Socialogia e Antropologia do Desporto. Foi fundamental a sua acção no crescimento e desenvolvimento da Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física, tendo sido mesmo o primeiro Professor Catedrático nesta área, e o primeiro Presidente do Conselho Pedagógico.
Estudou e foi professor nos Seminários da Sociedade Missionária da Boa Nova, nomeadamente no Seminário das Missões de Cernache do Bonjardim, onde D. António Barroso se formou. Também era licenciado em Teologia Pastoral pela Universidade Católica de Lovaina (1977), e profundo conhecedor de assuntos religiosos diversos.
Acompanhava com muito interesse a Causa da Canonização do Venerável D. António Barroso. Em 28 de Maio de 2005, proferiu no Auditório da Câmara Municipal de Barcelos, uma brilhante conferência sobre «D. António Barroso. O Homem, O Pastor, O Santo», publicada em livro.
Tem dezenas de trabalhos editados em Portugal e no estrangeiro. Estimado e admirado por quantos o conheciam, era, de facto, um homem bom, digno e justo. E um homem de fé profunda. Adeus, António! Que o Senhor da Vida te acolha. Descansa em paz.
a) Amadeu Araújo
P. José Tomás Borges
09.07.1938 – 07.04.2020

O P. José Tomás Borges, filho de Alfredo Borges e Olinda da Silva, nasceu a 04.07.1938 em Paus, freguesia de Resende, diocese de Lamego. Entrou no Seminário de Tomar em 1949 e foi ordenado presbítero em Cucujães a 28 de julho de 1963. Foi imediatamente nomeado prefeito e professor no Seminário das Missões, em Cernache do Bonjardim. Em 1964, passou a desempenhar os cargos de prefeito dos alunos de filosofia e professor no Seminário das Missões, em Cucujães, assim como prefeito de teologia e vice-reitor do mesmo seminário (1965-1967). Em agosto de 1967 participou no curso de Capelães Militares e entrou ao serviço das Forças Armadas, seguindo para Maputo (Lourenço Marques), Moçambique. Regressou a Portugal com o seu batalhão em 1971 e em 1972 partiu para Roma, para fazer o curso do Mundo Melhor e regressou a Maputo no final desse mesmo ano. Foi eleito pró-regional de Maputo em 1975 e trabalhou como pároco em duas paróquias da cidade de Matola, nos bairros do Fomento e da Liberdade onde ajudou a construir as novas igrejas. Partiu depois, juntamente com o P. Fernando Simões de Carvalho e Silva, para a fronteira com a África do Sul, como responsável pelas paróquias de Ressano Garcia, Muamba e Sábié. Eram os tempos difíceis da guerra civil.
A partir de 1984 dedicou-se à formação de missionários, em Valadares (formador em 1984, reitor em 1986) e diretor do Ano de formação em Tomar (1985, 1988-1991) e em Cucujães (1991-1994). Foi vigário-geral da Sociedade Missionária de 1986 a 1990.
Ao mesmo tempo que se dedicava aos alunos, era um dos dinamizadores do Renovamento Carismático, tanto em Tomar como em Cucujães e Valadares. O excesso de trabalho levou-o à exaustão. Pediu uma atualização em Roma, para depois voltar a Moçambique, o que não conseguiu realizar. Voltou a Valadares para descanso e tratamento. Em 1997, foi nomeado para a animação missionária e pastoral vocacional. Percorreu muitas paróquias nesse trabalho árduo de apelar aos jovens para o discernimento vocacional. Em 2002 assumiu de novo a direção espiritual em Valadares.
Em 2007 foi operado com sucesso a um problema oncológico. Foi diretor espiritual do Seminário Internacional de Valadares (2012-2014). Em 2017 foi-lhe diagnosticado de novo um problema oncológico, contra o qual ele e os médicos lutaram com muita persistência. Faleceu no dia 7 de abril de 2020, depois de ter sido levado, de urgência, para o hospital.
O P. José Tomás Borges era um homem muito delicado e respeitador; dialogante e com grande capacidade de escuta, pelo que era procurado por muita gente. Dedicou toda a sua vida à formação intelectual e espiritual. Amava profundamente a Sociedade Missionária da Boa Nova, como parcela da Igreja. Que o Senhor o receba na sua luz.
a) Pe. Adelino Ascenso, superior-geral da Sociedade Missionária
QUEM DISSE QUE ESTE ANO NÃO HÁ SEMANA SANTA?
Sim, quem disse que, este ano, Cristo não irá sair à rua? Pura mentira. Só que, este ano, quem o quiser encontrar, para além de muitos outros lugares, terá apenas que o procurar vestido de azul ou de branco, nos corredores, nos quartos, nas enfermarias ou nos serviços de apoio dos nossos hospitais .
Como à mais de dois mil anos no Jardim das Oliveiras, Jesus Cristo volta a cair sempre que um médico, um enfermeiro, um auxiliar ou um administrativo cai desfalecido e exausto por dias de trabalho sem conta e sem descanso e turnos de serviço sem fim, em hospitais superlotados ou improvisados, lutando e teimosa e desesperadamente, não raro sem as condições minimamente exigíveis, para enfrentar e vencer os desafios dramáticos com que estes profissionais da linha da frente são confrontados, indo muito para além dos limites da resistência humana com risco da própria vida, para salvar da morte as vidas de todos os seus doentes. Como Jesus Cristo a caminho do calvário, também eles choram e caem quando a morte lhes rouba algum dos seus doentes e, como Cristo, se reerguem para continuarem a sua missão.
Naturalmente que, pelas condições impostas pela situação que todos estamos a viver, este ano não veremos passar nas nossas ruas as tradicionais procissões com a magnificência das vestes litúrgicas, a grandiosidade das imagens sagradas, a riqueza policromada das vestes dos penitentes e dos figurantes, nem ouviremos o murmurar piedoso das preces dirigidas ao céu, rezar as ladainhas nem a música cadenciada e dolente das nossas bandas filarmónicas.
É inegável que este romper abrupto com tradições seculares, (que, por vezes nem passavam disso mesmo) irá gerar sentimentos de perda difíceis de ignorar. Contudo, se soubermos aproveitar as oportunidades criadas por esta situação, da qual ninguém estaria à espera, mais do que recordar os mistérios da paixão e morte de Jesus Cristo,( mesmo que em cerimónias solenes, vistosa, espetaculares e muito bem organizadas), somos todos chamados a participar na dor e no sofrimento redentor de Jesus no Jardim das Oliveiras que, neste tempo de tanto sacrifício para tanta gente, volta a sofrer com quem, desprezando os riscos de lutar na primeira linha, e esquecendo-se de si próprio e dos seus, continuam a fazer tudo para minorar o sofrimento dos seus irmãos.
Nunca como agora fizeram tanta falta os “bons Samaritanos” que, nos caminhos desta vida, recolham, amparem e deixem no conforto duma albergaria todos os incontáveis Cristos sofredores, presentes nos desvalidos abandonados da sorte.
Nunca como agora fizeram tanta falta os bons amigos que estão sempre presentes, especialmente no pavor da solidão dos muitos “jardins das oliveiras” deste mundo e, mesmo que todo os outros, à semelhança dos próprios apóstolos, se deixem vencer pelo sono, eles nunca faltam com uma palavra de esperança e de conforto.
Nunca como agora fizeram tanta falta as “Verónicas” para limpar os rostos desfigurados e banhados de sangue dos Cristos sofredores do nosso mundo, os “Cireneus” para ajudarem a carregar a cruz nos caminhos desta vida, os “Nicodemos” e “Josés de Arimateia” para descerem da cruz e tomarem nos seus braços os corpos dos que, neste ritmo alucinante que nos sufoca, ingloriamente vão perdendo a luta pelas suas vidas, as Martas, as Madalenas e as Marias de Salomé para, como fizeram com O Mestre, ungirem com o bálsamo da eternidade os corpos devolvidos à terra.
Porque somos gente de fé e, respondendo ao repto de S. Paulo, acreditamos na ressurreição e na vida eterna, vamos confiar que depois de estarmos junto à cruz da nossa redenção na companhia da “Mater dolorosa”, voltaremos a terita de, jubilosamente, podermos cantar o “Regina caeli laetare, alleluia”.
(Artigo de Francisco da Costa Andrade em 6 de Abril de 2020)
P. Domingos Carvalho
MEMÓRIA DO P. DOMINGOS CARVALHO

O P. Domingos Carvalho, filho de José Carvalho e Maria Pereira, nasceu a 02.02.1924 em Aboim, concelho de Amarante, diocese do Porto. Entrou no Seminário de Tomar em 1938 e foi ordenado presbítero em Cucujães a 24 de março de 1951. Começou a trabalhar em Tomar (1947), onde foi vice-prefeito e prefeito até 1951, ano em que foi nomeado para o Seminário das Missões, em Cernache do Bonjardim, desempenhando aí as funções de prefeito (1951-1955) e vice-reitor (1955-1958). Voltou a Tomar, como reitor, e regressou a Cernache do Bonjardim, como diretor espiritual. Em 1962, foi nomeado para Moçambique, sendo enviado para Porto Amélia (Pemba), onde foi diretor espiritual do Seminário Maior e pároco da nova paróquia de Maria Auxiliadora, que ele próprio organizou. Aí tratava, pessoalmente, os pobres que não conseguiam ser hospitalizados.
Voltando para Portugal em 1975, fez um período de atualização na Universidade de Salamanca e rodou por vários serviços em Cucujães e Tomar até se firmar como diretor espiritual em Cernache do Bonjardim. A partir de 1978, dedicou o resto da sua vida à formação de missionários em Cernache do Bonjardim, Tomar, Cucujães e Fátima, onde conjugava o seu cargo de superior do Seminário de S. Francisco Xavier com a colaboração no serviço de confissões do Santuário. Passou os últimos anos no Seminário de Valadares.
Foi atacado por diversas doenças e sofreu várias operações cirúrgicas. Conviveu com a diabetes durante muitos anos.
O P. Domingos era um homem metódico, pontual e organizado, qualidades que lhe garantiram sucesso e alegria nos mais diversos serviços e até no meio dos seus problemas de saúde. Homem de grande simplicidade, acolhedor e dedicado às pessoas. Tinha uma espiritualidade profunda e era muito fiel à sua devoção à Virgem Maria, ao Coração de Jesus e a Santa Teresinha do Menino Jesus.
Após uma operação cirúrgica bem-sucedida a uma anca, que tinha fraturado numa queda, teve uma paragem cardiorrespiratória e faleceu no dia 4 de abril de 2020. Tinha 96 anos de idade.
Agradecemos aos hospitais que dele cuidaram e aos amigos que através dele se tornaram colaboradores da Sociedade Missionária da Boa Nova."
a) Jerónimo Nunes (In Seminário da Boa Nova no facebook).
José Carlos Vaz Gonçalves
30-03-2020

Faleceu o antigo aluno José Carlos Vaz Gonçalves, natural de Vimioso . Entrou no seminário de Cucujães em 1970 e grande parte da sua vida, foi professor.
Foi membro da Direção Distrital de Bragança do Sindicato dos Professores do Norte e Professor no Agrupamento de Escolas de Vimioso, onde lecionou e exerceu vários cargos, entre os quais o de presidente do Conselho Executivo. Tinha 60 anos.
Que o Senhor o receba nos seus braços.
a) A Direcção da ARM
Sérgio Filipe Ribeiro Afonso


Faleceu hoje, 9 de Fevereiro de 2020, com 41 anos de idade, juntamente com sua irmã, Marisa, na sequência de um despiste de motociclo quando se dirigiam para Almacena, Castelo Branco. O acidente deu-se ao final da manhã.
O Sérgio Filipe Ribeiro Afonso era natural de Estreito, concelho de Oleiros, distrito de Castelo Branco. Nasceu em 7 de Agosto de 1978. Entrou no Seminário de Cernache do Bonjardim no ano de 1992.
Estará em Câmara Ardente na Capela Mortuária do Hospital Amato Lusitano das 18h às 20h do dia 10 de fevereiro de 2020, seguindo depois para a Capela Morturária de Estreito.
Que o Senhor o receba nos Seus Braços.
a) A Direcção da ARM
Sebastião João

Aos 80 anos de idade, faleceu hoje, 29 de Janeiro de 2020, em São Paulo, Brasil, o armista Sebastião João, natural de Genísio, Miranda do Douro. Nasceu em 1936. Entrou em Tomar em 1950. Foi ordenado em 1963. Partiu de seguida para as Missões de Moçambique e posteriormente para o Brasil, tendo abandonado a SMBN em 1976.
Que o Pai do Céu o acolha nos seus braços.
a) a Direcção da ARM
António Augusto Rodrigues Amado

"Partiu para a casa do Pai, o Cónego António Augusto Rodrigues Amado, aos 79 anos de idade.
Natural da freguesia de Pinelo, no concelho de Vimioso, fez os estudos de Filosofia e Teologia nos Seminários da Sociedade Missionária da Boa Nova.
Ordenado presbítero em 28 de julho de 1968, por D. Manuel Ferreira da Silva, foi enviado para missão em Moçambique. Aí foi prefeito, professor e reitor no Seminário Liceal Pio XII do Mariri, em Pemba (1969-1973); reitor do Seminário de Porto Amélia, também em Pemba e professor na Escola Jerónimo Romero, em Porto Amélia (1975-1976).
Regressa a Portugal em 1977 para a assistência espiritual do Seminário Maior de Valadares (Vila Nova de Gaia) dos Missionários da Boa Nova.
Em 1978 é nomeado Pároco de Pinelo e Vale de Frades. Mais tarde, assume a paroquialidade de Uva, Vimioso, Algoso, Campo de Víboras, Caçarelhos, Angueira e Vale de Pena no concelho de Vimioso.
Diretor do Secretariado diocesano das Missões foi Capelão hospitalar e Arcipreste de Vimioso. Integrou o Colégio de Consultores e Conselho Presbiteral da Diocese tendo em 2006 recebido o título de Cónego.
Fundou o Rancho de Pinelo, lecionou na Escola EB 2,3 de Vimioso, presidiu ao Centro Social Paroquial de Santa Eulália, e escreveu o livro «Pinelo, terra com memória».
Em 2016, no âmbito do 500.º aniversário do Foral Manuelino de Vimioso, foi homenageado pelo Município.
A celebração das exéquias está prevista para esta segunda-feira, dia 27 de janeiro, pelas 14h30, na igreja matriz de Pinelo, Unidade Pastoral Senhora da Visitação."
(informação retirada do site da Diocese de Bragança e Mirando do Douro)
a) A Direcção da ARM
Cidade do Vaticano,
05 jan 2020 (Ecclesia)
O Papa apelou hoje no Vaticano ao diálogo, em favor da paz, aludindo indiretamente ao conflito entre os EUA e o Irão, ao falar num “terrível ambiente de tensão”.
“Em tantas partes do mundo sente-se um terrível ambiente de tensão. A guerra traz apenas morte e destruição. Peço que todas as partes mantenham acesa a chama do diálogo e do autocontrolo, esconjurando a sombra da inimizade”, declarou, desde a janela do apartamento pontifício, após a recitação dominical da oração do ângelus.
“Rezemos em silêncio, para que o Senhor nos dê esta graça”, pediu a todos os presentes na Praça de São Pedro.
O general iraniano Qasem Soleimani, comandante da força de elite Al-Quds e considerado como o número 2 do regime de Teerão, foi morto na madrugada desta sexta-feira, num ataque ordenado pelo presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump.
No primeiro domingo de 2020, Francisco renovou os seus votos de “serenidade e paz no Senhor” para o novo ano.
“Lembro ainda o compromisso que assumimos no início do ano, Dia Mundial da Paz: ‘A paz como caminho de esperança – diálogo, reconciliação e conversão ecológica’. Com a graça de Deus, poderemos colocá-lo em prática”, declarou.
No Iraque, o patriarca caldeu (Igreja Católica), D. Louis Raphael Sako, alerta para o risco de o país se tornar “um campo de batalha, em vez de ser uma nação soberana capaz de proteger os seus cidadãos e as suas riquezas”.
Este sábado, o Papa tinha recorrido à sua conta da rede social Twitter para deixar uma mensagem em favor da paz: “Devemos acreditar que o outro tem a nossa mesma necessidade de paz. Não se obtém a paz se não se espera por ela. Peçamos ao Senhor o dom da paz!”.
Na sua reflexão dominical, ao meio-dia de Roma, Francisco convidou os católicos a “contemplar o sinal admirável do presépio”, no tempo litúrgico do Natal que se prolonga até à próxima semana.
“O Evangelho de Cristo não é uma lenda, um mito, uma narrativa edificante, não: é a plena revelação do desígnio de Deus sobre o homem e sobre o mundo”, sustentou.